19 outubro 2010

Porto de abrigo

Tal qual uma âncora estou presa a vós,
como um navio atracado num porto de abrigo.
Que me protege em terra firme,
evitando que as tempestades me arrastem ou destruam.
Deveria ser eu o comandante deste navio fazendo-o enfrentar o alto mar,
mas por vezes necessito descansar, baixar as velas e repousar.
E é então junto ao meu bom porto,
que encontro águas tranquilas, serenas e puras.
Um porto..............
Que para o qual não necessito de farol para me guiar.
Pois por mais distante ou perdida eu ande,
por mais arrombos o meu navio sofra com as marés enfurecidas,
acabo por me encontrar à deriva junto dele.
Aí nesse momento.................
Estendo a minha laçada forte, e prendo-me a vós.
Com a esperança de um novo amanhecer!!

1 comentário:

Anónimo disse...

simplesmente lindo.
parabéns
celina