Espero pelo impossível, como se pudesse mudar alguma coisa, vagueio em lugares incertos para mim difíceis de os distinguir.Como um órfão que agarra a primeira mão que se estande, assim também sou um pouco eu.
Sou ausente de mim mesma e solidária comigo própria, estendo a mão a quem na pede sem olhar a tabus ou preconceitos.Mas no entanto tenho receio de quem a mim me dá.
Por vezes nem nos damos conta de como um estendar a mão pode ser tão significante.
Quantas vezes queremos segurar nas nossas mãos, pessoas ou sentimentos, de forma a conseguir proteger, para que nada os possam magoar. Com é árdua esta simples tarefa, muitas vezes ingrata....
No entanto todos nós a desejamos!
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