Que tempo é este que me mata,
deixando-me confusa e sem alento.
Tempo que acho perdido,
que faz com que os meus pensamentos fiquem turbos,
sem sentido para mim mesma.
Queria parar o tempo e poder respirar de alívio,
sentir a liberdade esquecida e perdida.
O tempo, esse não perdoa,
não deixa voltar para atrás,
empurrando-me em frente,
do qual eu tenho medo e recuso-me a avançar.
Deixo-me prostrada no chão,
incapaz de levantar os olhos,
para enfrentar o incerto.
O tempo parece-me imenso,
porque não encontro o fim ao meu próprio tempo.
